Estou debruçado sobre a questão do Biodiesel.
É complexo quando pensamos nos desdobramentos.
Nos discursos dos leigos, petróleo é gasolina. A Honda com a Shell, já operam protótipos bem consolidados de automóveis elétricos (eles têm uma joint venture para esse desenvolvimento).
Imaginem, 90% do comércio mundial é realizado por meio marítimo. E o que move o navio é o combustível residual, chave do mercado futuro globalizado. Que gasolina que nada. Precisamos de combustíveis para mover a indústria. O gás ao invés de estar em turbinas para geração elétrica está em carros de particulares, uma afronta ao bom senso.
Estamos, aqui no Brasil, ainda fora das grandes rotas de navegação e portanto nosso frete é mais caro, trazer ou levar os produtos do Brasil custa mais. Só com a intensificação de nosso comércio, o aumento do mercado interno, valerá a pena entrarmos no fluxograma das grandes linhas. Apesar da Austrália estar físicamente no mesmo continente, ela está no hemisfério norte, é ali, logo abaixo do Japão. Do sudeste asiático, da grande India.
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